sábado, 28 de junho de 2014

15.05 - Como elaborar um seminário:


08.05 (Apresentações)

Interatividade: Para uma melhor compreensão acerca da temática Interatividade, depois de ver um pouco do conceito trazido de Marcos Silva,trago aqui, algumas experiências de exposição do tema de diferentes formas: Parodia, Recortes, Performances e entre outras apresentações no intuito de fixar e/ou clarear o conceito de interatividade.
 

sexta-feira, 27 de junho de 2014

10.04

INTERATIVIDADE
 A interatividade é um principio do mundo digital e da cibercultura. Para Marcos Silva a interatividade significa libertação do constrangimento diante da lógica da transmissão que predominou no século XX. Portanto esse modo para ele, vem desafiar professores e gestores da educação a buscar a construção na sala da aula onde a aprendizagem se dá com a participação e cooperação dos alunos. Sendo assim a interatividade não é só fundamental na Educação à Distância, como também na presencial para uma sintonia com a era digital e com a construção da participação cidadã.
 Refletimos acerca de como se dava o conhecimento pela transmissão nos séculos passados, derivando a etimologia da palavra aluno, um ser sem luz, que estava ali como mero receptor, sua função era de ouvir e o professor era o de falar, possuidor da luz e assim transmissor do mesmo. Com a globalização a necessidade de interação se aflora, porém a interatividade pode ser observada mesmo em tempos que não existia a internet que temos hoje, como o exemplo do parangolé, que cita Marcos Silva.

O Parangolé é fruto das experiências de Hélio Oiticica (1937-80) com a comunidade da escola de samba Estação Primeira da Mangueira, no RJ, esse projeto foi criado no fim da década de 1960. O parangolé trata-se de uma espécie de capa que não desfralda plenamente seus tons, cores, formas, texturas, grafismos ou impregnações de seus suportes materiais senão a partir dos movimentos -da dança- de alguém que o vista.
 Com todos esses aspectos a serem considerados é possível visualizar a necessidade de inventar um novo modo de educação, pois como diz Edgar Morin, "hoje, é preciso inventar um novo modelo de educação, já que estamos numa época que favorece a oportunidade disseminar um outro modo de pensamento".
A sala de aula que possui tecnologia pode ser interativa, assim como a que não possui também pode, como é o exemplo do parangolé.


03.04

Se muda o mundo, muda-se também a educação... ou deveria.
Mas e se muda a Educação, muda o mundo?
A resposta está nas sábias palavra de Paulo Freire, "A Educação não muda o mundo. A Educação muda as pessoas. As pessoas mudam o mundo".

 E não é do interesse do governo que a escola forme seres pensantes. Porque mudar o país? Tirando-os de suas posições... jamais! O governo cria leis, por exemplo, que coloquem deficientes físicos nas escolas, mais não capacitam nem professores para ensinar esses alunos e nem se preocupa com a infraestrutura das escolas que receberão eles. Por lei qualquer escola, pública ou particular, que negar matricula a um aluno com deficiência comete crime punível (Art. 8º da Lei nº 7.853/89). Todos tem direito a educação, mas não garante que um deficiente físico que chegue em qualquer escola pública dessas, irá de fato ter acesso fisicamente e encontrar professores capacitados para atenderem as suas necessidades.


 O mesmo acontece quando se trata das tecnologias na escola, o governo implanta políticas de adoção de software livre, incentiva a cultura digital e até abri discussões sobre o sistema brasileiro de TV digital, toda aquela "preocupação" com a inclusão digital, mas pouco se faz para a formação dos dos professores que irão manusear e se utilizar desses equipamentos tecnológicos. Está sempre sendo falho em algo não é mesmo? É óbvio que essas implantações e movimentos do Governo Federal nesta área são significativas, mas deve se atacar o ponto critico que é o da formação docente. Não um simples treinamento, nem certificados através de cursos de formação aligeirados, mas as políticas públicas pensadas em conjunto para fortalecer a formação de fato desses profissionais que atuam nessa área. Tendo em mente que o bom uso das tecnologias, mediantes a uma boa formação, cria possibilidades fantásticas para os educandos de produção de cultura e conhecimento, sendo eles os protagonistas nesse processo.

27.03

Metodologia ou tecnologia?
De que forma está sendo utilizada essas tecnologias por parte dos professores?

 É visível que as novas tecnologias e o modo de uso delas não está presente na formação dos professores, mas não é aceitável resistência por parte deles enquanto ao uso dessas tecnologias em sala de aula, em um mundo globalizado. Então esses professores procuram um forma de inserir essas tecnologias, utilizando-os como atrativos, e desqualificando o seu uso. Vejo então a necessidade de uma visão mais ampla desses recursos, que podem deixar de ser meros recursos para serem potencializadores da educação. Sendo assim não basta apenas a inserção desses equipamentos na escola, mas o bom uso deles. Para isso o professor precisa se qualificar, que é difícil, pois não se oferece esse tipo de qualificação, mas que mediantes a necessidade, ele se ver obrigado a procurar capacitação por outros meios, ou usará de forma incorreta, não se utilizando do que esses aparatos tem a oferecer. 
 E isso vale não apenas para o uso das novas tecnologia mais mesclar velhas e novas, não mais usando para ilustrar o conteúdo, mais criar desafios a seus alunos, para que interfiram, produzam, criem e recriem. 

20.03

Quais são os desafios da educação na "sociedade do conhecimento"?


 
A educação não é mais a mesma e consequentemente deve-se implantar outra forma de aprendizado. Não são poucos os desafios que tem a escola, por assim dizer. Na figura ilustrada acima é possível visualizar como mudou o tempo, e como essas mudanças trouxeram desafios para a escola, o aluno não aprende e não é mais responsável por esse não aprendizado. Compreender o mundo é o grande desafio da escola, como afirma Nelson Pretto. E ainda diz que existe um conjunto de desafios que demanda formação de professores e outras educações compreendida no plural, ou seja, uma participação dos alunos com a família, em comunidade.