Se muda o mundo, muda-se também a educação... ou deveria.
Mas e se muda a Educação, muda o mundo?
A resposta está nas sábias palavra de Paulo Freire, "A Educação não muda o mundo. A Educação muda as pessoas. As pessoas mudam o mundo".
E
não é do interesse do governo que a escola forme seres pensantes.
Porque mudar o país? Tirando-os de suas posições... jamais! O governo
cria leis, por exemplo, que coloquem deficientes físicos nas escolas,
mais não capacitam nem professores para ensinar esses alunos e nem se
preocupa com a infraestrutura das escolas que receberão eles. Por
lei qualquer escola, pública ou particular, que negar matricula a um
aluno com deficiência comete crime punível (Art. 8º da Lei nº 7.853/89). Todos
tem direito a educação, mas não garante que um deficiente físico que
chegue em
qualquer escola pública dessas, irá de fato ter acesso fisicamente e
encontrar professores capacitados para atenderem as suas necessidades.
O mesmo acontece quando se trata das tecnologias na escola, o governo implanta políticas de adoção de software livre, incentiva a cultura digital e até abri discussões sobre o sistema brasileiro de TV digital, toda aquela "preocupação" com a inclusão digital, mas pouco se faz para a formação dos dos professores que irão manusear e se utilizar desses equipamentos tecnológicos. Está sempre sendo falho em algo não é mesmo? É óbvio que essas implantações e movimentos do Governo Federal nesta área são significativas, mas deve se atacar o ponto critico que é o da formação docente. Não um simples treinamento, nem certificados através de cursos de formação aligeirados, mas as políticas públicas pensadas em conjunto para fortalecer a formação de fato desses profissionais que atuam nessa área. Tendo em mente que o bom uso das tecnologias, mediantes a uma boa formação, cria possibilidades fantásticas para os educandos de produção de cultura e conhecimento, sendo eles os protagonistas nesse processo.

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